As Acusações de Corrupção ao Candidato á Presidência Flavio Bolsonaro e da sua Família.

 



As principais acusações de corrupção contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estão relacionadas ao chamado caso das “rachadinhas”:

Acusações

Rachadinha na Alerj (2003–2019)

Flávio foi acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de liderar um esquema em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), onde parte dos salários de assessores era desviada.

Crimes apontados: organização criminosa, lavagem de dinheiro, apropriação indébita e peculato.

Lavagem de dinheiro via loja de chocolates

Investigações sugeriram que uma loja de chocolates de Flávio teria sido usada para lavar recursos oriundos do esquema das “rachadinhas”.

Movimentações financeiras suspeitas

Relatórios do COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) identificaram movimentações incompatíveis com a renda declarada, reforçando as suspeitas de desvio e lavagem de dinheiro.




O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) também é alvo de investigações ligadas ao esquema das chamadas “rachadinhas” em seu gabinete na Câmara Municipal do Rio de Janeiro:

O que está sendo investigado

Funcionários fantasmas (2005–2021)

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) apura se parte dos salários de assessores era desviada, com indícios de que alguns servidores não trabalhavam de fato, mas repassavam parte da remuneração.

Movimentações financeiras suspeitas

A nova fase da investigação inclui análise da compra de um apartamento em 2009 por R$ 70 mil, pagamentos de plano de saúde e o uso frequente de um cofre bancário, considerados indícios de possível lavagem de dinheiro.

Depósitos em dinheiro vivo

Entre os investigados está Ana Cristina Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro, que teria recebido depósitos em espécie de até R$ 340 mil, levantando suspeitas de ligação com o esquema





Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, já foi citada em algumas investigações e polêmicas, mas até o momento não há condenações formais contra ela. Eis os principais episódios relacionados a acusações de corrupção ou irregularidades:

Acusações e investigações

Depósitos suspeitos de Mauro Cid (2023)

A Polícia Federal identificou que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, realizou depósitos em dinheiro vivo na conta de Michelle Bolsonaro. Esses valores foram considerados suspeitos e levantaram a hipótese de ligação com esquemas de “rachadinha” ou desvio de recursos públicos.

Citações em escândalos da família Bolsonaro

Michelle foi mencionada em reportagens sobre supostos crimes envolvendo o clã Bolsonaro, incluindo peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, embora seu envolvimento direto não tenha sido comprovado judicialmente.

Polêmicas políticas e familiares (2025)

Além das investigações, Michelle também esteve envolvida em embates públicos, atritos internos e disputas judiciais, o que manteve seu nome em evidência na mídia, mas sem relação direta com corrupção comprovada.

Situação atual

Michelle Bolsonaro não responde a processos criminais ativos por corrupção.

As menções a ela em investigações derivam principalmente de movimentações financeiras consideradas atípicas e de sua proximidade com figuras investigadas, como Mauro Cid e Jair Bolsonaro.




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